Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

Elevador da Glória

 

 

 

Elevador da Glória

 

 

Na próxima semana reabre o elevador da Glória, um dos símbolos da cidade de Lisboa. O ascensor encontra-se parado há mais de um ano devido às obras do túnel do Rossio. Esta paragem deu maior protagonismo a outros elevadores, como o da Lavra, o mais antigo da capital.

O Lavra nasce nos finais do século XIX movido a contrapeso de água. O mais antigo elevador da capital liga o Largo da Anunciada ao campo dos Mártires da Pátria, ao percorrer uma das mais inclinadas ruas de Lisboa, com 60 por cento de inclinação.

Um ano depois, em 1885, é inaugurado o segundo transporte do género. No outro lado da Avenida da Liberdade, o ascensor da calçada da Glória é celebrado ao som de música e muitos convidados. O sistema de tracção era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Os carros, ligados entre si por um cabo de modo a contrabalançarem-se, estavam equipados com reservatórios de água que esvaziavam sempre que chegavam aos Restauradores e enchiam quando junto à rua da Misericórdia, de modo que a diferença de peso assim obtida fazia funcionar o sistema. Quem quisesse viajar de ascensor pagava, por esta, altura um vintém.

Nos anos 30, do século passado, já a máquina era movida a corrente eléctrica. As carroçarias receberam a cor amarela e os elevadores estão dotados de um andar superior, que viria a desaparecer décadas mais tarde.

António Ferraz é um dos mais antigos guarda-freios dos elevadores, aos 54 anos conta com trinta de serviço na companhia. Escolheu esta vida depois de um grave problema de saúde, o trabalho ajudou-o na recuperação. Presta agora serviço no Lavra, mas passou muitos anos no elevador da Glória. Na memória são muitas as histórias que tem para contar.

Histórias de outros tempos em que Lisboa não era tão cosmopolita e em que os elevadores eram utilizados, sobretudo, por gente da cidade. Nos dias de hoje são os turistas os melhores clientes dos ascensores. Elegem o meio de transporte para visitar os bairros típicos da capital.

Mas há problemas que insistem em não ter solução. António Ferraz deixa um conselho: "é preciso ter atenção aos carteiristas".

Por agora os turistas visitam o Lavra mas não podem viajar no elevador da glória. Há cerca de um ano e meio que está parado devido a obras no túnel do Rossio. A reabertura está marcada para a próxima semana.

Os elevadores de Lisboa são uma imagem de marca da cidade. Além do ascensor do Lavra e da glória, a capital tem ainda um na Bica e o conheO Lavra nasce nos finais do século XIX movido a contrapeso de água. O mais antigo elevador da capital liga o Largo da Anunciada ao campo dos Mártires da Pátria, ao percorrer uma das mais inclinadas ruas de Lisboa, com 60 por cento de inclinação.

Um ano depois, em 1885, é inaugurado o segundo transporte do género. No outro lado da Avenida da Liberdade, o ascensor da calçada da Glória é celebrado ao som de música e muitos convidados. O sistema de tracção era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Os carros, ligados entre si por um cabo de modo a contrabalançarem-se, estavam equipados com reservatórios de água que esvaziavam sempre que chegavam aos Restauradores e enchiam quando junto à rua da Misericórdia, de modo que a diferença de peso assim obtida fazia funcionar o sistema. Quem quisesse viajar de ascensor pagava, por esta, altura um vintém.

Nos anos 30, do século passado, já a máquina era movida a corrente eléctrica. As carroçarias receberam a cor amarela e os elevadores estão dotados de um andar superior, que viria a desaparecer décadas mais tarde.

António Ferraz é um dos mais antigos guarda-freios dos elevadores, aos 54 anos conta com trinta de serviço na companhia. Escolheu esta vida depois de um grave problema de saúde, o trabalho ajudou-o na recuperação. Presta agora serviço no Lavra, mas passou muitos anos no elevador da Glória. Na memória são muitas as histórias que tem para contar.

Histórias de outros tempos em que Lisboa não era tão cosmopolita e em que os elevadores eram utilizados, sobretudo, por gente da cidade. Nos dias de hoje são os turistas os melhores clientes dos ascensores. Elegem o meio de transporte para visitar os bairros típicos da capital.

Mas há problemas que insistem em não ter solução. António Ferraz deixa um conselho: "é preciso ter atenção aos carteiristas".

Por agora os turistas visitam o Lavra mas não podem viajar no elevador da glória. Há cerca de um ano e meio que está parado devido a obras no túnel do Rossio. A reabertura está marcada para a próxima semana.

Os elevadores de Lisboa são uma imagem de marca da cidade. Além do ascensor do Lavra e da glória, a capital tem ainda um na Bica e o conhecido elevador de Santa Justa. Em Fevereiro de 2002 foram mesmo considerados monumentos nacionais, com elevado valor histórico e cultural.
cido elevador de Santa Justa. Em Fevereiro de 2002 foram mesmo considerados monumentos nacionais, com elevado valor histórico e cultural.

 

 

 

 

 

Inaugurado em 1885 o ascensor da Glória, desde Fevereiro de 2002 classificado como Monumento Nacional, foi o segundo transporte do género implantado em Lisboa graças à iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa (N.C.A.M.L.), empresa dedicada à construção e exploração de transportes urbanos em planos inclinados. O primeiro fora o ascensor do Lavra inaugurado no ano anterior.

Poder-se-á certamente afirmar que a história deste ascensor remota a 1875 quando a Câmara Municipal de Lisboa concedeu a dois particulares licença para instalarem na Calçada da Glória um transporte em plano inclinado. Todavia os projectos para a sua construção nunca foram aprovados e o tempo passou.

Em 1882 o assunto voltou de novo a ser falado tendo a concessão para a sua construção sido então concedida ao engenheiro portuense Raoul Mesnier de Ponsard, que de imediato a trespassou para aquela Companhia.

Tendo obtido da Câmara que o ascensor poderia estar concluído e em funcionamento até 31 de Maio de 1886, a Direcção logo se empenhou na sua construção dando início aos trabalhos que nem sempre decorreram sem incidentes de maior ou menor importância, nomeadamente embargo de obras e atrasos na entrega de materiais e carros.

Todos estes problemas não impediriam no entanto que no dia 24 de Outubro de 1885 a Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa procedesse à sua inauguração com a pompa e solenidade próprias da época: muitos convidados, foguetes, banda de música e muitas palmas e vivas.

Os carros utilizados eram de um género diferente de tudo o que o Lisboeta vira até então. Eram de dois pisos tendo o inferior 2 bancos dispostos longitudinalmente, de costas para a rua e o superior outros dois, dispostos no mesmo sentido mas costas com costas de tal modo que os passageiros ficavam virados para as paredes dos prédios circundantes. O acesso ao segundo piso era feito por meio de uma escada em caracol situada na plataforma virada ao alto da calçada.

O sistema de tracção era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Os carros, ligados entre si por um cabo de modo a contrabalançarem-se, estavam equipados com reservatórios de água que esvaziavam sempre que chegavam aos Restauradores e enchiam quando junto à Rua da Misericórdia, de modo que a diferença de peso assim obtida fazia funcionar o sistema. Encostado aos carris interiores e acompanhando-os ao longo de todo o percurso fora assente uma cremalheira na qual entravam os dentes de rodas dentadas existentes nos eixos dos carros possibilitando aos condutores regular a velocidade.

As frequentes faltas no abastecimento de água, ao provocarem constantes interrupções no serviço, obrigaram a Companhia a alterar o sistema de tracção adquirindo então à firma alemã Maschinnenfabrick (Esslingen) uma máquina a vapor destinada a accionar o cabo e que ficou instalada num prédio situado no Largo da Oliveirinha.

Em 1912 a assinatura de um novo contrato de concessão com a Câmara Municipal de Lisboa permitiu à Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa a electrificação das suas linhas. Tendo já assegurado o fornecimento de energia eléctrica através de um acordo celebrado com a Lisbon Electric Tramways Limited e a Companhia Carris para a exploração conjunta da Central Eléctrica de Santos, lançou-se de imediato ao trabalho.

O processo adoptado era extensivo aos ascensores do Lavra e Bica.

Em cada um funcionariam dois carros ligados por um cabo, de modo a contrabalançarem-se.

A via compunha-se de dois carris exteriores em que assentavam os rodados dos carros e de outros dois, limitando uma fenda onde passava o cabo.

Cada carro era provido de um grampo que o ligava ao cabo e de um potente freio de garra que actuava apertando apertando os carris centrais entre duas sapatas, sistema ainda em funcionamento. Para além deste, existia ainda outro freio funcionando por pressão sobre os carris. Pesava cerca de 10 toneladas e funcionavam por meio de 2 motores eléctricos de 25 cavalos cada, ligados em série, de modo que só se pôr em movimento com a manobra conjunta dos seus guarda-freios bastando a manobra de um só para os imobilizar. Os motores recebiam a corrente eléctrica através de pantógrafos instalados nos tejadilhos.

As carroçarias eram também de um modelo diferente do anterior. Eram de madeira com a cor do mogno e janelas guarnecidas por varões de ferro destinados a evitar que os passageiros se debruçassem. Os bancos, em número de dois, dispunham-se longitudinalmente e podiam transportar entre 20 a 22 passageiros.

Inaugurado em 1885 o ascensor da Glória, desde Fevereiro de 2002 classificado como Monumento Nacional, foi o segundo transporte do género implantado em Lisboa graças à iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa (N.C.A.M.L.), empresa dedicada à construção e exploração de transportes urbanos em planos inclinados. O primeiro fora o ascensor do Lavra inaugurado no ano anterior.

Poder-se-á certamente afirmar que a história deste ascensor remota a 1875 quando a Câmara Municipal de Lisboa concedeu a dois particulares licença para instalarem na Calçada da Glória um transporte em plano inclinado. Todavia os projectos para a sua construção nunca foram aprovados e o tempo passou.

Em 1882 o assunto voltou de novo a ser falado tendo a concessão para a sua construção sido então concedida ao engenheiro portuense Raoul Mesnier de Ponsard, que de imediato a trespassou para aquela Companhia.

Tendo obtido da Câmara que o ascensor poderia estar concluído e em funcionamento até 31 de Maio de 1886, a Direcção logo se empenhou na sua construção dando início aos trabalhos que nem sempre decorreram sem incidentes de maior ou menor importância, nomeadamente embargo de obras e atrasos na entrega de materiais e carros.

Todos estes problemas não impediriam no entanto que no dia 24 de Outubro de 1885 a Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa procedesse à sua inauguração com a pompa e solenidade próprias da época: muitos convidados, foguetes, banda de música e muitas palmas e vivas.

Os carros utilizados eram de um género diferente de tudo o que o Lisboeta vira até então. Eram de dois pisos tendo o inferior 2 bancos dispostos longitudinalmente, de costas para a rua e o superior outros dois, dispostos no mesmo sentido mas costas com costas de tal modo que os passageiros ficavam virados para as paredes dos prédios circundantes. O acesso ao segundo piso era feito por meio de uma escada em caracol situada na plataforma virada ao alto da calçada.

O sistema de tracção era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Os carros, ligados entre si por um cabo de modo a contrabalançarem-se, estavam equipados com reservatórios de água que esvaziavam sempre que chegavam aos Restauradores e enchiam quando junto à Rua da Misericórdia, de modo que a diferença de peso assim obtida fazia funcionar o sistema. Encostado aos carris interiores e acompanhando-os ao longo de todo o percurso fora assente uma cremalheira na qual entravam os dentes de rodas dentadas existentes nos eixos dos carros possibilitando aos condutores regular a velocidade.

As frequentes faltas no abastecimento de água, ao provocarem constantes interrupções no serviço, obrigaram a Companhia a alterar o sistema de tracção adquirindo então à firma alemã Maschinnenfabrick (Esslingen) uma máquina a vapor destinada a accionar o cabo e que ficou instalada num prédio situado no Largo da Oliveirinha.

Em 1912 a assinatura de um novo contrato de concessão com a Câmara Municipal de Lisboa permitiu à Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa a electrificação das suas linhas. Tendo já assegurado o fornecimento de energia eléctrica através de um acordo celebrado com a Lisbon Electric Tramways Limited e a Companhia Carris para a exploração conjunta da Central Eléctrica de Santos, lançou-se de imediato ao trabalho.

O processo adoptado era extensivo aos ascensores do Lavra e Bica.

Em cada um funcionariam dois carros ligados por um cabo, de modo a contrabalançarem-se.

A via compunha-se de dois carris exteriores em que assentavam os rodados dos carros e de outros dois, limitando uma fenda onde passava o cabo.

Cada carro era provido de um grampo que o ligava ao cabo e de um potente freio de garra que actuava apertando apertando os carris centrais entre duas sapatas, sistema ainda em funcionamento. Para além deste, existia ainda outro freio funcionando por pressão sobre os carris. Pesava cerca de 10 toneladas e funcionavam por meio de 2 motores eléctricos de 25 cavalos cada, ligados em série, de modo que só se pôr em movimento com a manobra conjunta dos seus guarda-freios bastando a manobra de um só para os imobilizar. Os motores recebiam a corrente eléctrica através de pantógrafos instalados nos tejadilhos.

As carroçarias eram também de um modelo diferente do anterior. Eram de madeira com a cor do mogno e janelas guarnecidas por varões de ferro destinados a evitar que os passageiros se debruçassem. Os bancos, em número de dois, dispunham-se longitudinalmente e podiam transportar entre 20 a 22 passageiros.

Em Setembro de 1915 o ascensor da Calçada da Glória, já electrificado, retomava o seu serviço.

Anos passados, em 1926, a Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa dissolvia-se e transferia para a Companhia Carris não apenas a concessão de exploração mas também todo o seu material fixo e circulante. A nova proprietária logo mandou construir na estação inferior, junto aos Restauradores, um abrigo destinado ao carro e passageiros. Tendo desde logo merecido a reprovação de muitos, nomeadamente dos orgãos de Comunicação Social, a sua existência foi efémera. Inaugurado em 4 de Novembro de 1927 veria os seus últimos dias logo no ano de 1934.

Foi também na década de trinta que as carroçarias receberam a cor amarela, típica de todos os carros ao serviço da Carris e que desde então mantém.

Em Setembro de 1915 o ascensor da Calçada da Glória, já electrificado, retomava o seu serviço.

Anos passados, em 1926, a Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa dissolvia-se e transferia para a Companhia Carris não apenas a concessão de exploração mas também todo o seu material fixo e circulante. A nova proprietária logo mandou construir na estação inferior, junto aos Restauradores, um abrigo destinado ao carro e passageiros. Tendo desde logo merecido a reprovação de muitos, nomeadamente dos orgãos de Comunicação Social, a sua existência foi efémera. Inaugurado em 4 de Novembro de 1927 veria os seus últimos dias logo no ano de 1934.

Foi também na década de trinta que as carroçarias receberam a cor amarela, típica de todos os carros ao serviço da Carris e que desde então mantém.

 

 

 

Em plena Praça dos Restauradores, Lisboa, está o Elevador da Glória, inaugurado em 24 de Outubro de 1885.

Faz o trajecto Baixa - Bairro Alto.

Começou por funcionar com depósitos de água, que, graviticamente, faziam descer um dos ascensores e subir o outro. Depois foi movido a vapor e a partir de 1914, passou a mover-se a energia eléctrica.

Até finais do século XIX, a iluminação dentro da cabine era feita com velas, durante as viagens nocturnas.

Desde Fevereiro de 2002, o elevador está classificado como Monumento Nacional.

 

 

O Elevador da Glória é um dos poucos elevadores que restam em Lisboa e situa-se na baixa, mais precisamente na Praça dos Restauradores. Faz a ligação entre esta praça e o Bairro Alto numa viagem de 265 metros para cima e para baixo.


Quando sair do elevador, encontra no lado direito o miradouro de S. Pedro de Alcântara, de onde tem vistas excelentes sobre o centro de Lisboa e o mágico Castelo de São Jorge. Mesmo do outro lado da rua, ligeiramente para a direita, na Rua de S. Pedro de Alcântara, nos.39-49, fica o Instituto do Vinho do Porto, onde pode provar e comprar uma grande variedade de vinhos do Porto.


O Elevador da Glória abriu a 24 de Outubro de 1885 e, desde essa altura, dois elevadores têm feito o percurso nos sentidos ascendente e descendente, transportando turistas e residentes numa viagem que, apesar de não ser rica em paisagem, continua a ser única e muito agradável!
Este elevador é o mais movimentado de Lisboa e também o mais acessível aos turistas, uma vez que fica mesmo ao lado do principal posto de informação do turismo no Palácio da Foz. Funciona todos os dias entre as 07.00 e as 00.55.

publicado por docasnasasasdodesejo às 14:37
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