Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Regras também equivalem a direitos!

   

 

Olá amigos!

Durante este fim de semana tive conhecimento de uma pequena polémica relacionada com a Loja do Cidadão de Faro. Ao que consta a administração emitiu uma nota informando que  as funcionárias não poderiam usar mini-saia, decotes exagerados, gangas e perfumes agressivos. Além disso, saltos altos e roupa interior de cor escura também foram considerados inadequados.

De seguida, Manuel Alegre veio contestar a decisão de impor regras, considerando-as " de cariz fascizante, totalitário, contra a liberdade individual". Mais, o deputado do PS, considerou que esta proibição é "inconstitucional e deve ser revogada".

Pois é caros amigos, e perante este parecer de Alegre, todos ficaram calados, incluindo a própria comunicação social.

 

Todavia, em minha opinião, falamos de regras e critérios que podem e devem ser adoptados no viver em sociedade. É como uma farda, ou uma indumentária que caracteriza e identifica o profissional. Não está em causa a individualidade de cada um, mas de certeza que não gostamos e comentamos quando, em algum serviço, somos atendidos por pessoas pouco cuidadas, ou mal vestidas, com decotes exagerados, ou mini-mini-saias. Rotulamos de tudo, e tiramos as conclusões sobre cada um. Não teremos esse direito, e na  vida pessoal, cada um poderá ser e vestir o que quiser, só que na esfera profissional há critérios que devem ser respeitados e fazem-se respeitar. Com isso o ser humano até ganha dignidade.

Por muito respeito que tenha por Manuel Alegre, parece-me que entramos num devaneio de poeta em que tudo deve ser deixado ao critério de cada um. Seria bom, mas isso só resulta numa sociedade utópica...infelizmente!

Façam o favor de ser felizes e de fazer alguém feliz!

 

 

 

 

publicado por docasnasasasdodesejo às 00:42
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1 comentário:
De Albino Pires a 15 de Abril de 2009 às 02:22
Como tudo na vida a virtude está no meio. Não sou do género proibicionista, mas também não concordo que se pense que por alguém se sentir bem como está, não fere susceptibilidades. Todos temos direito à nossa "imagem de marca", mas isso não pode pôr em causa a nossa "imagem profissional", e com isso não é preciso chegarmos à farda.
O nosso poeta, pessoa que eu estimo enquanto pensador, de há uns tempos para cá está a exagerar. Criticar é a coisa mais fácil que existe, já construir é mais complicado.

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